Um dos tradicionais petiscos de praia é a casquinha de siri. Seu modo de preparo é fácil e é uma receita de peixe diferente e saborosa, confira.
Casquinha de Siri
Ingredientes:
1 kg de carne de siri catado
1 cebola grande bem picada
2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 tomates sem pele e sem sementes picados em cubinhos
2 a 4 colheres de cheiro-verde picado
1 ovo (separe clara e gema)
4 colheres de sopa de farinha de rosca
100 g de queijo parmesão ralado
½ xícara de chá de leite
Modo de Fazer:
Em uma panela, refogue a cebola no azeite. Acrescente o tomate, e, depois que refogar um pouco, adicione a carne de siri e o cheiro-verde. Deixe cozinhar até a água evaporar. Bata a clara em neve. Em seguida, dissolva a farinha no leite e acrescente a gema. Acrescente a carne de siri e misture bem. Por último, incorpore delicadamente a clara em neve. Recheie as casquinhas de siri com a mistura e cubra com queijo parmesão. Leve ao forno para gratinar.
Peixada ao Barão do Rio Branco (Receita cedida pelo Restaurante Rio Minho) Ingredientes: 1 posta de cherne de 300 a 350 g 100 g de polvo 100 g de lulas 4 camarões médios descascados 2 batatas médias 3 cebolas pequenas (1 cortada à juliana) 1 cabeça de alho poró bem picadinho 1 pimentão vermelho 3 tomates frescos 3 dentes de alho 1 cálice de vinho tinto maduro 1colher de café de pimentão doce espanhol 1 ramo de manjericão 1 ramo de coentro 1 ramo de salsa 6 azeitonas pretas graúdas 2 xícaras de azeite extra-virgem
Modo de Fazer:
Em uma frigideira, coloque o azeite e deixe-o aquecer. Em seguida, coloque a cebola cortada à juliana juntamente com os dentes de alho e deixe-os dourar.
Acrescente o pimentão, o tomate, o coentro, a salsa, o alho poró, o manjericão, o pimentão doce e o cálice de vinho. Deixe tudo ferver por um período de 10 a 15 minutos, até virar um caldo homogêneo e consistente. Coza a posta de cherne em água fervente por aproximadamente 10 minutos e em seguida, acrescente 1 xícara desta água ao molho. Corte as batatas em rodelas e doure-as no azeite. Por fim, em uma travessa de barro, coloque a posta de cherne (já devidamente cozida) e o molho (previamente preparado). Ao redor da posta, disponha harmoniosamente as batatas em rodelas, as cebolas cozidas, as azeitonas, os pedaços de polvo e de lula, os camarões e ainda, algumas fatias de pimentão vermelho. Deixe ferver por 3 minutos e sirva bem quente.
FDS no começo, o que me dizem de um peixinho assado para dar mais sabor ao sábado ou domingo, hein? A dica é o Tambaqui Assado em Crosta de Sal Grosso, um peixe (da bacia da Amazônia) talvez não muito conhecido, mas incrivelmente delicioso.
Quanto a receita, provavelmente muitos devem ter ficado receosos quanto ao Sal Grosso. Digo isso porque eu mesma fiquei super receosa a principio. Mas não se preocupem, ao contrário do que muitos devem estar a pensar, o peixe não fica nem um pouco salgado. Eu diria que fica com sal na medida certa, resultando em um peixe assado super saboroso, leve e bem temperadinho.
Ao assar, a casa fica perfumada pelo agradável aroma do alecrim, até parece que estamos a assar bolo.
É um almoço perfeito para o final de semana, é uma carne deliciosa, leve, saudável, rica em ômega 3 e 6, o mais interessante é que tem preço muito acessível.
Tambaqui na Brasa
Ingredientes:
1 banda de tambaqui médio
100 ml de azeite de oliva
100 g de alho
20 g de pimenta-do-reino
3 limões
20 g de colorau
sal a gosto
Modo de Fazer:
Limpe a banda do tambaqui. Faça um molho, misturando o azeite de oliva, o alho, a pimenta-do-reino, o colorau, sal e limão. Deixe o tambaqui imerso nesse molho por 30 minutos. Em seguida, coloque-o sobre a grelha para assar.
Quando virá-lo, despeje um pouco de molho sobre o peixe.
Pirão de Peixe Ingredientes: 100 g de farinha de mandioca 600 ml de caldo de peixe ½ maço de coentro (pequeno) picado 100 g de cebola picada 100 g de tomate picado 30 ml de tintura de urucum (colorau) Sal a gosto 100 g de peixe desfiado (opcional) Modo de Fazer:
Em uma panela, aqueça o caldo de peixe , o peixe desfiado, a cebola, o tomate e o coentro até ferver. Tempere com sal. Adicione a tintura de urucum (colorau) e deixe cozinhar até entrar em ebulição. Adicione a farinha de mandioca, aos poucos, preparando um pirão levemente espesso. Para finalizar, salpique com cebolinha verde. Pode ser servido com moqueca, arroz branco e molho de pimenta.
Caso você queira um pirão mais consistente, basta aumentar a quantidade de farinha de mandioca.
O tucunaré é um peixe conhecido pela quantidade de espinhas e é bastante familiar entre os marabaenses. Aprenda a fazer a receita que é uma das mais pedidas nos restaurantes da cidade: a caldeirada de Tucunaré
Caldeirada de Tucunaré Ingredientes: 2 kg de tucunaré 3 litros de água 250 g de cebola 500 g de tomate 250 g de pimentão 500 g de batata-portuguesa cozidas e cortadas à francesa 50 g de pimenta-de-cheiro picada 50 ml de azeite de oliva 1 maço de alfavaca picada 1 maço de chicória picada 1 maço de cebolinha verde picada 2 maços de coentro picado 6 ovos cozidos alho, sal e limão Modo de Fazer: Limpe e lave o peixe com limão e corte-o em postas. Tempere com pimenta-do-reino, alho e sal. Reserve. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola, o pimentão, o tomate e a pimenta-de-cheiro. Adicione, em seguida, a alfavaca, a chicória, a cebolinha e o coentro e tempere com um pouco de sal. Acrescente 3 litros de água fervendo e deixe cozinhar por 5 minutos. Em seguida, coloque as postas de tucunaré, tampe a panela e deixe cozinhar. Confira se o peixe está cozido . Decore a caldeirada com as batatas e os ovos.
Moqueca de Peixe Ingredientes: 1 kg de postas de peixe 1/3 de xícara de suco de limão 2 cebolas grandes cortadas em rodelas 3 tomates, descascados e sem sementes, cortados em rodelas 2 pimentões verdes cortados em rodelas 1 maço de coentro 2 colheres de sopa de azeite de oliva 1 vidro pequeno de leite de coco 6 colheres de sopa de azeite de dendê sal e pimenta a gosto Modo de Fazer: Tempere o peixe com sal, pimenta e suco de limão. Coloque o azeite em uma panela grande e cubra com uma camada de postas de peixe. No liqüidificador, bata por alguns minutos a cebola, o pimentão, o coentro, os tomates, o leite de coco e o azeite de dendê. Despeje um pouco dessa mistura sobre as postas que já estão na panela. Vá colocando camadas de postas de peixe e de mistura, até que todos os ingredientes terminem. Tampe a panela e cozinhe por uns 20 minutos ou até que o peixe esteja cozido.
Limpe o peixe e retire a espinha. Reserve. Misture o alho, o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino e tempere o dourado, deixando-o nessa mistura por 1 hora. Em seguida, ferva a espinha do peixe em água e sal, coe e reserve o caldo.
Em uma frigideira, refogue a cebola, o tomate e o coentro na manteiga. Depois,adicione a farinha de mandioca e deixe tostar. Para se obter uma farofa mais úmida, acrescente o caldo reservado. Recheie o peixe com a farofa e feche-o com um barbante culinário. Unte o peixe com bastante azeite e embrulhe-o na folha de bananeira, amarrando-a com um barbante. Asse por aproximadamente 1 hora.
Para preparar o tempero
vinha d’alho: misture
suco de 5 limões, 5 cabeças de alho socadas, ½ litro de vinagre
de álcool, pimenta-de-cheiro, sal a gosto
Modo de Fazer:
Limpe os patos, parta-os em
sentido vertical e lave-os com limão.
Coloque-os no vinha-d’alho
de 1 a 2 horas e leve-os ao forno quente para assar.
Depois de assado, corte-os
em pedaços de tamanho médio, sem desossar. Reserve.
Em uma panela grande,
coloque o tucupi, a alfavaca, a chicória, um dente de alho, 3 pimentas-de-cheiro
inteiras e deixe cozer por 40 minutos, acrescentando água aos poucos. Separe as folhas de
jambu, deixando os galhos pequenos. Lave-as em água corrente. Escalde-as em
água fervente com sal, em uma panela separada, por 15 a 20 minutos e escorra.
Reserve. Coloque o pato no tucupi e leve ao forno para a carne amolecer mais.
Acrescente a cebola e o tomate cortado em rodelas. Em seguida, coloque o jambu e deixe
ferver por 5 minutos. Amasse e coe as 3 pimentas-de-cheiro restantes e faça um pequeno molho, acrescentando 3
colheres de sopa de tucupi.
Como fazer o tucupi
Como me recuso a pagar R$ 10,00 por uma garrafinha de
tucupi congelado que se encontra às vezes no Mercadão, faço o meu próprio. É
fácil, veja:
Pique 3 quilos de mandioca amarela e bata, aos poucos,
no liquidificador com 1 litro de água. Faça isto aos poucos. Coloque quanto de
água for necessário para a primeira leva. Coe, esprema num pano e volte o
líquido ao liquidificador com mais mandioca. Faça assim até terminar. Quanto
menos água usar, melhor. O ideal é ralar e espremer, mas e tempo? Por fim,
esprema de novo tudo num pano de algodão limpo. Torça bem para extrair todo o
sumo.
Espremendo num pano de algodão
Aqui, a goma sedimentada no fundo do recipiente - é só
separar.
Deixe esse líquido leitoso (manipueira) descansar por
4 horas, ao fim das quais separe o amido sedimentado do líquido amarelo (o
amido é a goma, que pode ser seca ao sol para virar polvilho ou ser usada ainda
úmida para fazer tapioca ou o mingau de goma que compõe o tacacá.
A manipueira (o caldo) já fermentada - veja umas
bolhinhas na superfície.
Cubra com pano o líquido e deixe fermentar de um dia
para outro. A este líquido fermentado, adicione um pouco de sal, um dente de
alho, uma pimenta-de-cheiro, alguns galhos de alfavaca e a chicória
(coentro-do-pasto). Deixe ferver por 30 minutos, coe e está pronto o tempero
para ser usado em peixes, galinhas e patos. Guarde na geladeira por até 1
semana.
tempero mineiro (500g de cebola picada, 200g de gramas de alho, 2 pimentões verdes, um maço de cebolinha verde, um maço de salsinha, 2 kg de sal.
Modo de fazer: Bata todos os ingredientes no liqüidificador, exceto o sal, que deverá ser acrescentado, depois de tudo moído. Despeje em um vidro, conserve o tempero em geladeira para uso diário)
Modo de Fazer:
Lave bem o frango com o suco de limão e esfregue-o com temperomineiro a gosto. Em uma panela, aqueça 1 colher de sopa de óleo com algumas gotas de limão e refogue bem os quiabos. Retire-os da panela e reserve.
Na mesma panela, coloque 2 colheres de óleo, aqueça bem e frite o frango até dourar.
Adicione o tomate e a cebola e refogue. Com a panela tampada, deixe cozinhar, e, se necessário, pingue um pouco de água quente, até ficar bem macio. Acrescente o quiabo reservado e o cheiro-verde e deixe cozinhar sem mexer. Sirva a seguir.
O barreado ou carne barreada é um prato típico do litoral paranaense, sendo o mais tradicional do estado.
Sua origem é açoriana de um ritual de 300 anos ainda seguido no preparo do prato. A origem é atribuída aos portugueses que vieram para o litoral do Paraná no século XVIII. Os registros antigos indicam a vila de Guaraqueçaba como a disseminadora da receita. O tempero do prato seguiu junto com outras manifestações culturais para o continente, entre elas o fandango, dança de tamancos ao som da rabeca.
A simplicidade na preparação do prato garantiu que a receita fosse mantida com os mesmos ingredientes e características. Uma das suas características é que mesmo requentado mantém o seu sabor, uma vez que é feito dentro de uma panela de barro pesada (Caldeirão de Barro), com tampa pesada do mesmo material, de barro, que é levado ao fogo sempre, para mantê-lo sempre super quente, perto de aproximadamente 100 graus celsius. Durante os dias de festa do fandango, o prato era reaquecido a cada refeição. O sabor não se perde, pois o caldo grosso que se forma é que mantém o sabor da carne que se desmancha devido ao grande calor gerado pelo caldeirão tampado, com tampa pesada do mesmo material, sempre levado ao fogo e mantido nas labaredas, durante toda a festa.
O prato consiste em um ou mais tipos de carne bovina de segunda e magra, como a paleta, a maminha e o patinho, temperados com cebola, alho, toucinho de porco, pimenta-do-reino, louro e cominho e cozida até desmanchar. O preparo é misturado à farinha de mandioca (até receber a consistência que dá nome ao prato), e servida com arroz e banana-da-terra fatiada. O modo de servir pode ser diferente, de acordo com a região do Brasil, Portugal e Espanha, bem como da Inglaterra onde o prato também é apreciado. O segredo na preparação é o tempo de cozimento na panela de barro - cerca de vinte horas - o suficiente para desfiar toda a carne e mantê-lo no fogo sempre. Depois de cozida, as fibras da carne se soltam resultando em um caldo grosso e saboroso e temperado a gosto regional. Para manter o sabor da carne, é preciso vedar a panela com uma massa de farinha e água para manter o vapor dentro da panela (Caldeirão).
A aguardente de banana pode ser servida como aperitivo, sendo o Vinho a bebida tradicional para o acompanhamento do prato, bem como o suco de Uvas.
Os locais tradicionais do Estado do Paraná onde encontra-se com facilidade o barreado são as cidades de Morretes, onde o prato é mais conhecido, porém também encontra-se nas cidades vizinhas: Antonina e Paranaguá.
Barreado
Ingredientes:
6 pitadas de pimenta do reino
5 kg de carne fresca (peito, coxão mole, patinho)
500 gramas de toucinho fresco
5 tomates sem pele
3 cabeças grandes de cebola
3 dentes de alho
4 folhas de louro
6 pitadas de cominho
4 maços de cheiro-verde
1 maço de alfavaca
1/2 litro de vinagre
Sal a gosto
Modo de Fazer:
Começa-se o corte e a limpeza das carnes de véspera. As carnes e o toucinho devem ser cortados em pedaços pequenos, adicionando-se todos os temperos cortados. Leva-se tudo a uma vasilha que não seja de alumínio. Deixa-se repousar até o dia do preparo. Forra-se a panela com o toucinho e leva-se ao fogo para derreter. Depois põe-se as carnes temperadas, tampa-se a panela com uma folha
de bananeira previamente sapecada na chapa para amolecer e amarra-se com um barbante grosso nas bordas. Coloca-se a tampa e barrea-se com uma mistura de cinza de fogão, farinha de mandioca e água. O fogão tem que ser lenha. O tempo de cozimento é de 12 horas. Quando a folha de bananeira estiver bem escura, o barreado está pronto.
Modo de Servir:
Serve-se com farinha de mandioca, banana, laranja e arroz.
Acompanha uma bebida alcoólica (batida ou pinga) que serve para rebater este prato, considerado forte.