google.com, pub-8049697581559549, DIRECT, f08c47fec0942fa0 RECEITAS DA ROÇA: PRATOS REGIONAIS
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quarta-feira, 1 de maio de 2024

Receita de Cobu: broa assada na folha de bananeira

 

História da Receita

Dona Dalva Fagundes da Costa, nascida na região do Catete, em Santo Antônio do Leite, é carinhosamente chamada de Dada. Herdou o costume de preparar o cobu de sua avó materna. Ela se lembra que, aos 10 anos de idade, já ajudava a sua mãe no preparo da receita, e diz: “Agora é cobu, mas há uns tempos era cubu”. E relembra: “Naquele tempo, a gente vivia do que plantava: do milho, quando colhia, fazia o fubá, e você tinha o angu, e você tinha a merenda”.

Porém, com a modernidade, o preparo do cobu foi sendo esquecido ao longo do tempo. Dona Dada relata que só voltou a preparar a iguaria em um determinado dia em que precisava fazer uma merenda em casa e, por acaso, lembrou-se da receita de sua mãe. A partir daí, passou a prepará-lo frequentemente, levando-o aos encontros do Clube de Mães da sua comunidade para que as amigas o saboreassem.

Antigamente essa receita era servida nas quadrilhas e nos bailes de terreiro, que aconteciam nos períodos em que chegavam parentes e amigos que vinham passar as férias com seus familiares. Dona Dada gosta muito dessa receita e diz que sempre tem os ingredientes em casa. Considera o cobu uma receita de baixo custo, rápida e fácil de preparar. Além disso, conta que a quitanda sustenta bastante: “Se você come um pãozinho e come um cobu, você fica melhor alimentado com o cobu do que com o pão”.

Dona Dada destaca que a folha da bananeira é essencial, pois, caso não seja assado na folha de bananeira, não é cobu, e sim “uma broa ou biscoito”. Ela também considera essencial o uso do leite coalhado, e para isso recomenda aquecer um pouco o leite e pingar umas gotinhas de limão, deixando-o coalhar até o dia seguinte, quando poderá ser utilizado no preparo da receita. Informa, ainda, que também pode ser preparado com o leite integral não coalhado, mas o sabor não é o mesmo: “Não dá o gostinho que chama o fubá, porque o fubá combina com o leite azedo... é um sabor mais chamativo, forte, concentrado, mais ativo”.

Como sua avó, sua mãe também utilizava a gordura de porco no preparo do cobu.

No entanto, Dona Dada passou a prepará-lo com óleo de soja para prevenir o aumento do colesterol e o surgimento de doenças cardiovasculares.

Ingredientes

Ovo caipira – 4 unidades (330g)

Açúcar cristal – 2 copos americanos cheios (326g)

Canela em casca triturada ou canela em pó – ½ colher de chá (2g)

Noz moscada em raspas – ½ colher de chá rasa (0,3g)

Sal – 1 pitada (0,6g)

Óleo de soja – ½ copo americano (80mL)

Leite integral preferencialmente coalhado – 3 copos americanos cheios (600mL)

Fubá de moinho d’água – 5 copos americanos cheios (522g)

Farinha de trigo sem fermento – 2 copos americanos cheios (216g)

Fermento em pó químico – 1 colher de sopa (8g)

Modo de preparo

Coloque em uma bacia os ovos e o açúcar e bata um pouco. Adicione a canela em casca triturada e peneirada (ou a mesma quantidade de canela em pó), as raspas de noz moscada, a pitada de sal e o óleo, misturando bem. Em seguida, adicione o leite coalhado, misture novamente e acrescente aos poucos o fubá e a farinha de trigo, mexendo até misturar bem todos os ingredientes. Por último, adicione o fermento em pó químico, mexa novamente e, com uma colher de sopa, distribua a massa em pedaços de folha de bananeira previamente higienizadas (em torno de 2 ½ colheres de sopa cheias de massa para um pedaço de folha de 20 x 20 centímetros de comprimento), enrolando-os bem, de modo a formar o cobu, que deverá ter o formato de um cilindro. Distribua a massa com cuidado para não derramar pelas aberturas laterais. Preferencialmente, utilize folhas de banana prata por serem mais maleáveis, dando preferência às folhas mais novas. Ao colocar os cobus no tabuleiro, não os aproxime demais uns dos outros para que assem bem nas laterais. Preaqueça o forno a 200°C, por, aproximadamente, 15 minutos. Posteriormente, leve os cobus a assar por quase 35 minutos, ou até que fi quem bem dourados.

Deixe esfriar um pouco, retire as folhas de bananeira e parta os cobus em pequenos pedaços. Normalmente, um cobu rende de 8 a 10 pedaços.

Tempo de pré-preparo: 45 minutos

Tempo de preparo: 35 minutos

Rendimento: 15 cobus de 100g cada (1500g)

Valor calórico:

Porção: 5 pedaços (55g) – 204kcal


terça-feira, 26 de dezembro de 2023

Tutu de feijão à mineira


Você quer aprender a fazer tutu de feijão à mineira? Aqui apresentamos esta receita passo a passo, para que você não sinta qualquer dificuldade! Esta é uma iguaria brasileira muito popular que pode ser servida como prato principal ou acompanhamento. Confira abaixo a receita de tutu de feijão à mineira e experimente! 

Ingredientes para fazer Tutu de feijão à mineira:

  • Para acompanhar:
Como fazer Tutu de feijão à mineira:
1

Para preparar esta receita de tutu de feijão à mineira comece por bater no liquidificador os feijões e o caldo até obter uma pasta.

2

Leve ao fogo médio uma panela com a banha ou azeite, a cebola e os alhos picados. Deixe refogar até dourar e adicione a pasta de feijão.

3

Cozinhe por 1-2 minutos e adicione a farinha de mandioca enquanto mexe ao mesmo tempo. Tempere com sal, pimenta do reino e cebolinha picada.

4

Quando a mistura se tornar espessa, desligue o fogo e sirva em seguida acompanhada de couve cozida, arroz branco, ovos cozidos e linguiça calabresa frita. Seu tutu de feijão à mineira está pronto, bom apetite!

domingo, 18 de julho de 2021

MINICUSCUZ DE ABÓBORA

 

MINICUSCUZ DE ABÓBORA

INGREDIENTES

2 palmitos desfiados

6 azeitonas verdes em rodelas

6 ovos de codorna cozidos

3 tomates-cereja em rodelas

1 colher (sopa) de óleo

meia cebola ralada

2 xícaras (chá) de abóbora picada

1 tablete de Caldo MAGGI® de Costela

2 xícaras (chá) de farinha de milho

1 colher (sopa) de farinha de mandioca

2 colheres (sopa) de salsa picada

MODO DE PREPARO

Forre o fundo e as laterais de dez formas individuais para empada (9cm de diâmetro) com tiras de palmito, rodelas de azeitona, de ovo de codorna e de tomate.

Reserve. Em uma panela aqueça o óleo e refogue a cebola. Junte a abóbora e o Caldo MAGGI® esfarelado e refogue.

Junte uma xícara (chá) de água fervente, mexa bem e deixe ferver até a abóbora ficar macia. Junte a farinha de milho, a farinha de mandioca e a salsa, misture bem e desligue o fogo. Distribua a massa nas formas reservadas, apertando ligeiramente.

Vire o cuscuz sobre um prato e sirva.

FAZ BEM SABER

O Caldo MAGGI® de Carne Seca dá um toque ainda mais brasileiro a esta receita. Afinal, a combinação de carne-seca com abóbora é adorada de Norte a Sul do País.

DICA

Para facilitar no momento de servir, você pode desenformar os minicuscuz sobre forminhas de papel para empada. Sirva com salada de folhas verdes.

Rendimento: 10 unidades

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Beiju debaixo da farinha

 

Beiju debaixo da farinha

Ingredientes

1,5 Quilo de massa de mandioca

1 Quilo de goma

1 Coco

Sal e farinha de mandioca a gosto


MODO DE PREPARO:

Misture a massa de mandioca, a goma e o coco numa travessa.

Dê umas batidinhas para que fique firme na forma e cubra com a farinha de mandioca.

Leve ao fogo à temperatura de 180 graus por 30 minutos.

Observe a mudança de cor da farinha.


Receita de:􀀀Adailma Maria Teresiana dos Santos


VEJA O VÍDEO

sábado, 23 de janeiro de 2021

Angu De Xerém

 

Aprenda a como fazer essa receita de xerém de milho: perfeita para quem mora no interior ou é da cidade, mas está com falta e saudade das suas origens.

Angu De Xerém

Ingredientes

1 Quilo de xerém de milho da paixão

2 Litros de água

2 Colheres de sopa de manteiga da terra

Sal a gosto

MODO DE PREPARO:

Coloque o xerém de molho de um dia para o outro.

Depois, peneire para tirar a palha.

Em uma panela, coloque a água para ferver. Em seguida, acrescente o xerém e o sal.

Quando estiver quase no ponto, acrescente a manteiga e deixe cozinhar bem.


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Broa de Fubá (RJ)


O “Caderno de Receitas Regionais dos Avós” nasceu de uma proposta da Área Técnica de Alimentação e Nutrição (ATAN). A partir de reflexões sobre a importância do meio ambiente e das relações familiares nos hábitos alimentares das crianças, surgiram discussões sobre como se dá o acesso aos alimentos, sua produção e distribuição até chegar à mesa das famílias. Dessa discussão surgiram lembranças, fragmentos da memória de cada um, recordações daquele bolo especial que só a vovó sabia fazer, ou a carne assada do vovô; enfim, muitas outras receitas que são consideradas verdadeiros segredos de família. Neste contexto, veio à tona a importância do resgate cultural de ingredientes utilizados pelos avós e como as práticas alimentares mudaram ao longo dos anos.
Então, valorizando este tema, no ano de 2016, foi realizado o “Concurso Caderno de Receitas Regionais dos Avós” entre as escolas municipais do Estado do Rio de Janeiro, visando a estimular a participação das crianças e dos seus avós, bem como selecionar receitas familiares e regionais, com o apoio da Rede Estadual de Alimentação Escolar (REANE).
Buscamos construir o caderno visando a resgatar a cultura alimentar e valorizar o consumo dos alimentos produzidos onde moram os educandos.
Contamos com o envolvimento de escolas das nove Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e com a participação valiosa das famílias dos escolares, especialmente dos avós e seus registros culinários, que formam um importante acervo de nossa cultura alimentar. Cada receita foi apresentada pelos alunos juntamente com a sua história na família, por desenhos, textos ou fotos, que aparecem com as receitas. O formato “caderno” nos remete às antigas cadernetas onde nossos avós colecionavam suas receitas!

Broa de Fubá

Ingredientes:
2 ovos
4 cascas de banana
2 xícaras de chá de leite
2 colheres de sopa de manteiga
3 xicaras de chá de açúcar
3 xícaras de chá de fubá
1 colher de sopa de fermento químico

Modo de preparo: bata os ovos e a manteiga com duas xícaras de açúcar, na batedeira. Junte os outros ingredientes e vá acrescentando o leite aos poucos, até ficar uma massa homogênea. Leve ao forno quente por 30 minutos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Caldo de Banana Verde com Carne Seca (RJ)


A região compreende as cidades de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Carapebus, Macaé, Quissamã, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. Nestas cidades, a agricultura se destaca pela produção de cana-de-açúcar (Campos) e também de feijão, abacaxi, coco, laranja, milho, limão, maracujá, acerola, manga, café, uva, tangerina, goiaba e banana, alface, couve, abóbora, tomate, aipim, entre outros. (Fonte: EMATER/2015)
As receitas selecionadas no concurso, foram três: “Peixe com Ervas Finas” e “Caldo de Banana Verde com Carne-seca” de alunos da Escola Municipal Aterrado do Imburo, em Macaé, valorizando o uso do pescado, alimento disponível na localidade, e a banana, fruta muito consumida em nosso país; “Broa de Fubá” da Escola Municipal Professora Tânia Regina, em Quissamã, utiliza o milho, sempre presente na alimentação regional.

Ingredientes:

1 kg de banana d’água verde
½ kg de carne-seca
Alho a gosto
Importante: A carne seca é um alimento salgado e, portanto, rico em sódio, que pode colaborar para o aumento da pressão arterial.
Colocar de molho e aferventar ajuda a reduzir o sal. Além disso, recomendamos que retirem as gorduras aparentes.

Modo de preparo: em uma panela, doure o alho. Após, adicione as bananas cortadas em rodelas. Deixe cozinhar bem. Corte a carne-seca bem fina, junte com a banana e deixe ferver. Sirva com arroz branco..





sábado, 22 de agosto de 2020

Peixe com Ervas Finas (Rio de Janeiro)


A região compreende as cidades de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Carapebus, Macaé, Quissamã, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. Nestas cidades, a agricultura se destaca pela produção de cana-de-açúcar (Campos) e também de feijão, abacaxi, coco, laranja, milho, limão, maracujá, acerola, manga, café, uva, tangerina, goiaba e banana, alface, couve, abóbora, tomate, aipim, entre outros. (Fonte: EMATER/2015)
As receitas selecionadas no concurso, foram três: “Peixe com Ervas Finas” e “Caldo de Banana Verde com Carne-seca” de alunos da Escola Municipal Aterrado do Imburo, em Macaé, valorizando o uso do pescado, alimento disponível na localidade, e a banana, fruta muito consumida em nosso país; “Broa de Fubá” da Escola Municipal Professora Tânia Regina, em Quissamã, utiliza o milho, sempre presente na alimentação regional.

História: “Maria, índia da tribo tabajara da Paraíba, foi adotada por um casal de portugueses e criada em um convento da região de Lagoa Seca. Lá, continuou com o hábito de pescar nas lagoas do local. Costumava fazer o peixe com ervas finas assado no fogão a lenha, coberto com folha de bananeira. E em minha casa, de vez em quando, pescamos algumas tilápias na lagoa do Horto Municipal e fazemos o peixe como de costume da família de minha mãe”.

Ingredientes:

1 peixe tilápia ou traíra
1 folha de manjericão
1 folha grande de açafrão
1 folha grande de hortelã
1 folha de alfavaca
1 colher de orégano
2 dentes de alho
1 limão
Sal a gosto
2 folhas de bananeira

Modo de preparo: 
socar todas as ervas com o alho e o sal e deixar curtindo. Limpe o peixe, tirando as escamas e tripas. Lave bem com água e limão, enxágue e acrescente os temperos. Deixe curtir no tempero por meia hora. Após, enrole o peixe numa folha de bananeira e asse no fogão a lenha, por meia hora. Sirva com arroz branco.


RECEITAS CORRELATAS



sexta-feira, 31 de julho de 2020

Amêndoas de Ouro Preto

História da Receita

As famosas amêndoas de Ouro Preto são aguardadas com ansiedade pelos moradores e turistas nas festividades da Semana Santa e nas coroações do mês de maio, tradições praticadas pelos católicos da cidade. Nessas épocas do ano, jornalistas e populares procuram a família da Dona Nadir para pedir a receita e fazer encomendas.

A família de Dona Nadir mora no bairro Água Limpa há mais de cem anos. Segundo ela, sua casa é a mais antiga do bairro. Essa receita está presente na família há mais de 40 anos e ela aprendeu a fazê-la com sua irmã mais velha, Ninice, que, por sua vez, desenvolveu a técnica sozinha, fazendo testes até se aperfeiçoar. A receita foi repassada para as irmãs, cunhada e sobrinha, que ajudam a produzir as amêndoas na época das grandes encomendas.

São vários os segredos da receita, dentre eles, a etapa das caldas (no momento de adicionar a calda rala ou grossa) e a temperatura do fogareiro (se ficar muito quente, o tacho deve ser retirado do fogo, caso contrário, as amêndoas derretem). Porém, o maior segredo da receita, que nem ela mesma compreende, é como se dá o “arrebite” (forma de flor) das amêndoas. Como o processo é totalmente manual, ela acredita que esse formato se dá em função da habilidade e da paciência de quem prepara as amêndoas.


Ingredientes
Açúcar cristal – 5kg
Água – 8 garrafas de 600 mL (4800mL) 
Leite integral – 2 copos americanos (300mL) 
Cravo-da-índia – 1 colher de sopa cheia 
Erva-doce – 1 colher de sopa cheia
Canela em pau – 1 colher de sopa rasa 
Anis – 1 colher de chá

Modo de preparo
Em uma panela, coloque o açúcar e a água e leve ao fogo por uma hora. Retire a espuma escura que forma por cima e descarte. Adicione ½ copo de leite para clarear a calda (se necessário, repita o processo até que a calda fique bem clara) e reserve. Coloque o restante dos ingredientes em um tacho de cobre (posicionado em cima de um fogareiro a carvão aceso, mantendo a brasa acesa durante todo o tempo) e despeje 1 colher de sopa de calda (rala). Com o auxílio de um garfo, mexa a farinha que está sendo formada. À medida que o açúcar for incorporando os ingredientes (cravo, erva-doce, canela) e as amêndoas forem se formando, passe a mexê-las com a mão utilizando as “dedeiras” (ela utiliza cascas de pinhão), movimentando-as de um lado para o outro, fazendo um movimento
circular. No momento em que a mão ficar esbranquiçada, adicione mais uma colher de cal- da (neste ponto a calda deve estar um pouco mais grossa). Repita esse processo até atingir a quantidade desejada. Separe as amêndoas por tamanho e embale em cartuchos de papel.
Os ingredientes da receita (cravo, erva-doce, canela) podem ser substituídos por amendoim, coco ou nozes. Se for fazer de chocolate, basta adicionar chocolate em na calda pronta. Ao colocar a calda, ela deve cair sobre as amêndoas, que devem estar quentes, e nunca no fundo do tacho, caso contrário, elas ficam açucaradas.

Obs.: Para começar a formar as primeiras amêndoas, o processo dura cerca de uma semana. Para se obter 1kg, gasta-se cerca de 15 dias. Devido à sua complexidade, essa receita não foi testada em laboratório


A culinária mineira é variada e saborosa. Tem como base a tríade feijão, angu e couve, sendo seus ingredientes frutos de uma agricultura e pecuária de base familiar. Seus costumes foram passados de geração em geração e, na cidade de Ouro Preto, ainda é comum, em casas mais tradicionais e restaurantes, uma cozinha espaçosa e aconchegante, tendo em destaque o fogão a lenha. É nesse local que a tradicional culinária ouro-pretana se propaga e é de onde saem os deliciosos pratos típicos feitos pelas mãos de habilidosas cozinheiras e que encantam familiares, amigos e visitantes.
Porém, mesmo com tanta riqueza, a identidade culinária local ainda é pouco explorada. A população ouro-pretana vem se adequando às necessidades da vida moderna, modificando o seu hábito alimentar, muitas vezes sem se preocupar com a valorização e a preservação de sua memória culinária e de sua cultura alimentar.



quarta-feira, 28 de março de 2018

Moqueca baiana



A moqueca é um prato típico da cozinha baiana. Em sua origem, povos indígenas da região costumavam assá-la numa grelha de varas ou em folhas de árvore cobertas por cinzas quentes. Hoje, é feita em panela de barro e servida tradicionalmente com pirão de peixe e arroz.
Para mim, a moqueca é um dos pratos que todo brasileiro deveria conhecer e saber cozinhar. Não somente porque é uma delícia, mas também por ser um clássico da culinária brasileira, que contem muita história, muitas influências e muitos sabores. Existe aquela eterna discussão sobre moqueca baiana e capixaba, mas como sou mineira não vou meter minha colher nesse angú de caroço. As duas receitas tem valor, sabor e significado. Já compartilhei anteriormente uma receita de moqueca de peixe e camarão, aos moldes da receita capixaba. Agora é a vez de explorar os sabores da moqueca baiana. O meu método de preparo não foi dos mais tradicionais: como tenho fogão de indução, não pude usar minha panela de barro (teve que ser uma frigideira funda mesmo). Em contrapartida, incorporei os principais ingredientes que caracterizam a Moqueca Baiana: dendê, leite de coco e coentro. Eu sei que muita gente torce o nariz para coentro, mas nessa receita ele tem um papel primordial. Misturado aos demais ingredientes, cria-se um novo sabor que é espetacular. Se você ainda não experimentou, eu só posso de dizer que essa moqueca é uma verdadeira explosão de sabores. Confira a receita:

Ingredientes:

- 1 kg de piratinga
- 1 xícara de chá de leite de coco
- 1 xícara de chá de farinha de mandioca
- 2 colheres de sopa de azeite de dendê
- tempero a gosto
- 1 colher de sobremesa de tempero baiano
- 1 colher de sobremesa de açafrão
- cebolinha e coentro a gosto
- 1 tomate picado
- 1 cebola picada
- 1 pimentão picado

Como Fazer:


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quarta-feira, 14 de março de 2018

Joelho de porco defumado



Eisbein é o joelho do porco, usado como ingrediente muito importante da culinária alemã. Faz parte de vários pratos da culinária alemã, podendo ser preparado cozido, frito ou assado, dependendo do prato. Servido com chucrute é um dos pratos mais famosos da Alemanha.
Muito apreciado no Sul do Brasil e São Paulo graças ao grande número de descendentes de alemães nessas regiões.Existem várias receitas, mas a mais tradicional é cozinhar o joelho dianteiro do porco por aproximadamente cinco horas, com especiarias, tais como pimenta da jamaica, louro, cominho, entre outros.
O joelho de porco é um prato de origem alemã (onde é chamado de eisbein), que se tornou popular no Brasil. No nosso site queremos ensinar você a preparar joelho de porco defumado sem segredos, por isso lhe apresentamos esta receita alemã passo a passo. Confira o vídeo do preparo e experimente!

Ingredientes:

- 800 gr de joelho de porco defumado
- 500 gr de batata semi cozida
- cebolinha a gosto
- molho agridoce com creme de leite
- saco de assar
- couve e flor de capuchinha


Como preparar


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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Costelinha, angu e ora-pro-nobis



Receitas das Minas Gerais

Receitas de Minas Gerais que vão te deixar com água na boca.

Ingredientes:

- 1 kg de costelinha de porco
- ora pró nóbis a gosto
-300 gr de fubá de moinho d'água
- 1 cebola média picada
- 5 dentes de alho
- 3 colheres de óleo
- pimenta calabresa a gosto
- tempero a gosto
- colorau a gosto
-cheiro verde a gosto
- alecrim
- sal a gosto
- água

Como Fazer:





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domingo, 28 de janeiro de 2018

Guacamole



Ingredientes:
2 tomates médios sem sementes
1 pimenta dedo-de-moça média
folhas de 1/2 maço médio de coentro
1 abacate médio
suco de 1 limão médio
1 cebola média picada
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
sal a gosto
tortilla pronta ou salgadinhos de milho para acompanhar

Modo de Preparo:
Pique o tomate em cubos bem pequenos. Abra a pimenta ao meio, elimine as sementes com os filamentos brancos e pique-a em pedaços bem pequenos. Pique finamente as folhas de coentro e reserve. Descasque o abacate, retire o caroço e coloque a polpa num prato fundo. Amasse com um garfo, deixando alguns pedaços e regue com o suco de limão. Adicione o tomate, a pimenta, o coentro, a cebola, o azeite de oliva e o sal e misture. Sirva em seguida.
Dicas:
Sirva o guacamole logo depois de pronto, para evitar que o abacate escureça e fique amargo. Caso não sirva imediatamente, conserve o guacamole na geladeira junto com o caroço do abacate, que deve ser lavado e seco com toalha de papel.

Categoria:
Acompanhamentos
Cozinha:
Mexicana
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
20 min
Rendimento:
6 porções


OUTRAS RECEITAS COM FRUTAS




segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Biscoito de polvilho na folha da bananeira



A porteira aberta praticamente o dia todo e o cheirinho de quitanda no forno são convites irresistíveis para quem passa pela Rua Cunha do Quitão. É lá que Maria Dirce Nogueira e o marido, José Ramos, preparam deliciosas receitas que transportam os fregueses diretamente para a cozinha de suas mães e avós, ou para a de alguma fazenda da infância. O trabalho ali é duro: amassa daqui, enrola dali, tira um tabuleiro de lá, põe outro, e uma a uma das iguarias vão ficando prontas. O braço dói, a perna fica cansada, mas não há reclamação. Em vez disso há orgulho, estampado nos olhos do casal. “Graças aos biscoitos conseguimos estudar nossos cinco filhos”, conta Dirce. Filha de uma prendada biscoiteira, ela teve na infância os primeiros ensinamentos da arte da cozinha. O marido, ex-motorista de ônibus, acabou sendo influenciado na lida dos fogões, ofício em que descobriu grande prazer. Perguntado sobre a origem das receitas, ele dá seu parecer: “Isso é coisa antiga. Desde que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil que o povo faz biscoitos”.

Ingredientes:

- 2 kg de polvilho azedo
- 1 lt de óleo
- uma e meia colher de sopa de sal
- meio lt de água
- 2 dz de ovos caípira
- folhas de bananeira

Como Fazer:


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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

KESCHMIER Requeijão Alemão



Delicioso e fácil de fazer, conheça o Keschmier o requeijão da culinária alemã.
Quem mora no sul do país, e é de descendência alemã, certamente já saboreou uma  kashmier caseira. Ou pode chegar a qualquer supermercado, na seção de laticínios, e irá  encontrar o produto industrializado (com o nome de queijo quark). Sempre compro a  kashmier fresquinha nas feiras de produtos orgânicos. Aliás, o segredo para fazer uma rosca de polvilho macia é exatamente a adição da kashmier (receita da vovó alemã!).

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

RECEITA DE REPOLHO RECHEADO



Modo de Preparo
Cozinhe o repolho inteiro e reserve
Tempere a carne com todos os temperos secos e o vinho(ou vinagre) e deixe marinar por 30 minutos.
Coloque a carne em uma panela e ponha o extrato de tomate e a mostarda para refolgar.
No liquidificador, junte o tomate, o pimentão, a cebola, o coentro e um pouco de água
Liquidifique e misture à carne
Cozinhe, mexendo sempre, para não empelotar
Abra folha por folha do repolho e a recheie com a mistura
Espete palitos de dente para fechar
Cozinhe os tomates para fazer o molho e retire a pele; ,
tempero com sal e pimenta-do-reino
Acrescente 2 colheres de sopa de azeite em um recipiente, coloque o repolho, cubra-os com o molho e polvilhe com queijo ralado
Leve ao forno até gratinar

COMO FAZER

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domingo, 26 de novembro de 2017

Receita de arroz carreteiro



O arroz de carreteiro, ou simplesmente carreteiro, é um prato típico da Região sul do Brasil (embora, atualmente, já esteja incorporado à cozinha brasileira, sendo comum saboreá-lo em todo o país). É feito de arroz ao qual se adiciona carne-seca ou carne de sol desfiada ou picada, às vezes paio e linguiça em pedaços, refogados em bastante gordura, com alho, cebola, tomate e cheiro-verde. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste do Brasil, é também conhecido como maria-isabel, e preparado com carne de sol.

Ingredientes

- 2 xícaras de arroz
- meia xícara de bacon
- 1 cebola picada
- 1 pimenta dedo de môça
- 2 dentes de alho
- 2oo gr de costela de porco defumada
- 2 xícaras de sobra de churrasco
- salsinha picada
- 3 xícaras de água
- 1 xícara de linguiça calabresa picada
- sal a gosto

COMO FAZER

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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Bolacha de queijo




.
Oi gente!!!
Vamos comer uma bolachinha de queijo com um café bem quentinho??
Então vamos aprender a fazer..

INGREDIENTES

800 gr de farinha de trigo com fermento

200 gr farinha de trigo sem fermento

320 gr de açúcar cristal

4 ovos

260 gr de margarina

180 gr queijo ralado

300 ml de leite

MAS NÃO SEI FAZER;

ENTÃO APRENDA



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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Receita de Barreado




O barreado ou carne barreada é um prato típico do litoral paranaense, sendo o mais tradicional do estado.
Sua origem é açoriana de um ritual de 300 anos ainda seguido no preparo do prato. A origem é atribuída aos portugueses que vieram para o litoral do Paraná no século XVIII. Os registros antigos indicam a vila de Guaraqueçaba como a disseminadora da receita. O tempero do prato seguiu junto com outras manifestações culturais para o continente, entre elas o fandango, dança de tamancos ao som da rabeca.
A simplicidade na preparação do prato garantiu que a receita fosse mantida com os mesmos ingredientes e características. Uma das suas características é que mesmo requentado mantém o seu sabor, uma vez que é feito dentro de uma panela de barro pesada (Caldeirão de Barro), com tampa pesada do mesmo material, de barro, que é levado ao fogo sempre, para mantê-lo sempre super quente, perto de aproximadamente 100 graus celsius. Durante os dias de festa do fandango, o prato era reaquecido a cada refeição. O sabor não se perde, pois o caldo grosso que se forma é que mantém o sabor da carne que se desmancha devido ao grande calor gerado pelo caldeirão tampado, com tampa pesada do mesmo material, sempre levado ao fogo e mantido nas labaredas, durante toda a festa.


INGREDIENTES:

- 2,5 kg de peito bovino
- 500 gr de músculo bovino
- 100 gr de alho amassado
- 500 gr de cebola picadinha
- 300 gr de bacon sem o couro
- 10 lt de caldo de carne
- 10 folhas de louro
- uma pitada de cominho
- sal a gosto
- cheiro verde a gosto
-pimenta do reino e calabresa a gosto


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sábado, 28 de outubro de 2017

Receita de Frango Doido



Uma delícia de Minas Gerais Ingredientes: - 500 gr de peito de frango - 2 xícaras de ora-pró-nobis picado - 200 gr de milho verde em conserva - 200 gr de creme de leite - 250 gr de requeijão - 2 colheres de sopa de óleo - tempero - sal a gosto

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