Dona Dalva Fagundes da Costa, nascida na região do Catete, em Santo Antônio do Leite, é carinhosamente chamada de Dada. Herdou o costume de preparar o cobu de sua avó materna. Ela se lembra que, aos 10 anos de idade, já ajudava a sua mãe no preparo da receita, e diz: “Agora é cobu, mas há uns tempos era cubu”. E relembra: “Naquele tempo, a gente vivia do que plantava: do milho, quando colhia, fazia o fubá, e você tinha o angu, e você tinha a merenda”.
Porém, com a modernidade, o preparo do cobu foi sendo esquecido ao longo do tempo. Dona Dada relata que só voltou a preparar a iguaria em um determinado dia em que precisava fazer uma merenda em casa e, por acaso, lembrou-se da receita de sua mãe. A partir daí, passou a prepará-lo frequentemente, levando-o aos encontros do Clube de Mães da sua comunidade para que as amigas o saboreassem.
Antigamente essa receita era servida nas quadrilhas e nos bailes de terreiro, que aconteciam nos períodos em que chegavam parentes e amigos que vinham passar as férias com seus familiares. Dona Dada gosta muito dessa receita e diz que sempre tem os ingredientes em casa. Considera o cobu uma receita de baixo custo, rápida e fácil de preparar. Além disso, conta que a quitanda sustenta bastante: “Se você come um pãozinho e come um cobu, você fica melhor alimentado com o cobu do que com o pão”.
Dona Dada destaca que a folha da bananeira é essencial, pois, caso não seja assado na folha de bananeira, não é cobu, e sim “uma broa ou biscoito”. Ela também considera essencial o uso do leite coalhado, e para isso recomenda aquecer um pouco o leite e pingar umas gotinhas de limão, deixando-o coalhar até o dia seguinte, quando poderá ser utilizado no preparo da receita. Informa, ainda, que também pode ser preparado com o leite integral não coalhado, mas o sabor não é o mesmo: “Não dá o gostinho que chama o fubá, porque o fubá combina com o leite azedo... é um sabor mais chamativo, forte, concentrado, mais ativo”.
Como sua avó, sua mãe também utilizava a gordura de porco no preparo do cobu.
No entanto, Dona Dada passou a prepará-lo com óleo de soja para prevenir o aumento do colesterol e o surgimento de doenças cardiovasculares.
Ingredientes
Ovo caipira – 4 unidades (330g)
Açúcar cristal – 2 copos americanos cheios (326g)
Canela em casca triturada ou canela em pó – ½ colher de chá (2g)
Noz moscada em raspas – ½ colher de chá rasa (0,3g)
Sal – 1 pitada (0,6g)
Óleo de soja – ½ copo americano (80mL)
Leite integral preferencialmente coalhado – 3 copos americanos cheios (600mL)
Fubá de moinho d’água – 5 copos americanos cheios (522g)
Farinha de trigo sem fermento – 2 copos americanos cheios (216g)
Fermento em pó químico – 1 colher de sopa (8g)
Modo de preparo
Coloque em uma bacia os ovos e o açúcar e bata um pouco. Adicione a canela em casca triturada e peneirada (ou a mesma quantidade de canela em pó), as raspas de noz moscada, a pitada de sal e o óleo, misturando bem. Em seguida, adicione o leite coalhado, misture novamente e acrescente aos poucos o fubá e a farinha de trigo, mexendo até misturar bem todos os ingredientes. Por último, adicione o fermento em pó químico, mexa novamente e, com uma colher de sopa, distribua a massa em pedaços de folha de bananeira previamente higienizadas (em torno de 2 ½ colheres de sopa cheias de massa para um pedaço de folha de 20 x 20 centímetros de comprimento), enrolando-os bem, de modo a formar o cobu, que deverá ter o formato de um cilindro. Distribua a massa com cuidado para não derramar pelas aberturas laterais. Preferencialmente, utilize folhas de banana prata por serem mais maleáveis, dando preferência às folhas mais novas. Ao colocar os cobus no tabuleiro, não os aproxime demais uns dos outros para que assem bem nas laterais. Preaqueça o forno a 200°C, por, aproximadamente, 15 minutos. Posteriormente, leve os cobus a assar por quase 35 minutos, ou até que fi quem bem dourados.
Deixe esfriar um pouco, retire as folhas de bananeira e parta os cobus em pequenos pedaços. Normalmente, um cobu rende de 8 a 10 pedaços.
Em uma tigela, coloque os ovos, o açúcar, a nata, o óleo, o leite, o bicarbonato e uma pitada de sal. Misture todos os ingredientes e acrescente o fubá de moinho d’água aos poucos, misturando sempre. Por último, adicione o fermento em pó à massa e misture mais um pouco. Deixe a massa descansar por uns 10 minutos. Para fazer as broinhas, polvilhe um pouco de farinha de trigo ou fubá em uma xícara de café e coloque 1 colher de sopa da massa dentro da xícara. Gire a xícara em círculos até dar forma à broinha, virando-a com a própria xícara em um tabuleiro untado. Se preferir, unte as mãos com óleo, polvilhar com fubá (ou farinha de trigo) e formar as broinhas com as próprias mãos.
Preaqueça o forno a 180 °C, por 10 minutos. Leve o tabuleiro ao forno e deixe assar por cerca de 30 minutos ou até que estejam douradas.
Tempo de pré-preparo: 30 minutos
Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 68 unidades (1470g)
Valor calórico
Porção: 2 broinhas (44 g) – 160kcal
História da Receita
Dona Terezinha aprendeu essa receita com sua avó, que tinha o costume de fazer as broinhas para as festividades religiosas de Engenho d’Água: Maria Concebida, Santa Efigênia, Nossa Senhora de Santana, São Sebastião, Nossa Senhora Aparecida, São Vicente, Sagrado Coração de Jesus e do padroeiro da comunidade, Santo Antônio.
Sua avó preparava as broinhas e as colocava dentro de um balaio de taquara forrado com saco de farinha de trigo e saía para vendê-las. Elas também eram utilizadas como merenda para os filhos.
Segundo Dona Terezinha, o segredo dessa receita é utilizar o fubá de moinho d’água. Caso seja utilizado outro fubá, não serão formadas as rachaduras características na superfície.
Açúcar cristal – 1 xícara de chá (167 g) e 1 colher de sopa (23g)
Ovo caipira – 2 unidades (140g)
Fubá de moinho d’água – 3 xícaras de chá (360g)
Farinha de trigo sem fermento –1 ½ xícara (180g)
Fermento químico em pó – ½ colher de sopa (8g)
Sal – 1 colher de chá (5g)
Margarina – 1 colher de sopa (14g)
Modo de preparo
Lave bem as laranjas, parta-as ao meio, esprema o caldo e coe em uma peneira. Coloque o caldo em uma bacia e adicione uma xícara de chá de açúcar. Mexa e reserve. Em outro recipiente, quebre os ovos, acrescente uma colher de sopa de açúcar, o sal, a margarina e misture bem. Junte essa mistura aos ingredientes reservados na bacia, adicione o fubá e misture. Adicione também a farinha e misture novamente. Por último, acrescente o fermento e misture bem. Para fazer as broinhas, polvilhe um pouco de fubá em uma xícara de chá e coloque uma colher de sopa da massa dentro da xícara, girando-a em círculos até dar forma à broinha. Com a própria xícara, vire a broinha em um tabuleiro untado com margarina. Preaqueça o forno a 180°C por 10 minutos e leve o tabuleiro ao forno. Deixe assar por 35 minutos a 180°C ou até que as broinhas estejam douradas.
Tempo de pré-preparo: 20 minutos
Tempo de preparo: 55 minutos
Rendimento: 15 unidades (960g)
Valor calórico
Porção: 2 broinhas (128g) – 233kcal
História da Receita
Dona Elza reside em Santa Rita, distrito de Ouro Preto. Desde criança, foi criada por uma amiga de sua família, a Dona Maria Graciana – proprietária de um comércio onde se vendiam diversos tipos de quitanda – com quem aprendeu a preparar a receita.
Na família de Dona Elza, apenas sua filha Mônica aprendeu a fazer a receita, porém, os demais filhos também a apreciam bastante. Eles sempre pedem à mãe para fazer as broinhas para levá-las ao trabalho, onde também são degustadas e apreciadas pelos colegas.
Dona Elza relata que antigamente a receita era feita com gordura animal, mas que a substituiu por manteiga ou margarina. Tal substituição foi proposta pelos filhos, por acharem a broinha de laranja mais saborosa quando preparada com um desses ingredientes.
Farinha de trigo sem fermento – 10 xícaras de chá (1200g)
Erva doce – 1 colher de sopa (6g)
Ovos – 2 unidades (140g)
Manteiga – 4 colheres de sopa cheia (130g)
Leite integral – 2 copos duplos cheios (400mL)
Sal – 1 colher de café (3g)
Fermento em pó químico – 2 colheres de sopa (32g)
Modo de preparo
Coloque em uma bacia os ingredientes, exceto o leite, e misture com as mãos. Adicione o leite aos poucos, e vá misturando com as pontas dos dedos em movimentos para cima, até que a massa esteja se soltando das mãos e do fundo da bacia. Em seguida, polvilhe a massa com farinha de trigo e enrole os biscoitos no formato desejado, colo- cando-os em tabuleiro untado. Pré-aqueça o forno por 10 minutos e asse a 180°C por 25
minutos ou até que estejam corados. Após retirar do forno, tampe com um pano de prato e, assim que esfriar, coloque os biscoitos em um recipiente bem fechado.
Tempo de preparo: 30 minutos Rendimento: 88 unidades (1570g) Valor calórico
Porção: 2 unidades (36g) – 152kcal
História da Receita
Silvaine nasceu e foi criada no distrito ouro-pretano de Glaura, também conhe- cido como Casa Branca, e a receita do biscoito Caetano lhe foi ensinada há muitos anos por sua mãe, também nascida no mesmo distrito: “Mamãe fazia muito, tinha dia que a gente ficava até de madrugada fazendo e, quando chegava véspera de festa, o pessoal en- comendava. Mamãe mandou muito pra São Bartolomeu! Biscoito de polvilho então! Era aniversário, casamento, essas coisas, mamãe fazia demais. Pro resto, eu até sabia; quando mamãe não podia, eu mesma fazia”. Assim, o biscoito era preparado para ser comercia- lizado e também como merenda para a família.
Silvaine aprendeu a fazer a receita há, praticamente, 40 anos e relata que, desde criança, via a sua mãe preparando-a. Ela relembra que as pessoas iam à sua porta enco- mendar e diziam que “queriam biscoito de farinha de trigo, aí mamãe já sabia que era o biscoito Caetano”. Como sua mãe adoeceu e não podia ficar próxima ao calor do fogo, durante algum tempo, ela e sua irmã continuaram fazendo os biscoitos para atender às encomendas. Segundo Silvaine, uma de suas irmãs também fazia muito biscoito para vender, inclusive esse: “O pessoal que vinha de férias aqui em Casa Branca encomendava, ela ficava o dia inteiro fazendo”.
O “Caderno de Receitas Regionais dos Avós” nasceu de uma proposta da Área Técnica de Alimentação e Nutrição (ATAN). A partir de reflexões sobre a importância do meio ambiente e das relações familiares nos hábitos alimentares das crianças, surgiram discussões sobre como se dá o acesso aos alimentos, sua produção e distribuição até chegar à mesa das famílias. Dessa discussão surgiram lembranças, fragmentos da memória de cada um, recordações daquele bolo especial que só a vovó sabia fazer, ou a carne assada do vovô; enfim, muitas outras receitas que são consideradas verdadeiros segredos de família. Neste contexto, veio à tona a importância do resgate cultural de ingredientes utilizados pelos avós e como as práticas alimentares mudaram ao longo dos anos.
Então, valorizando este tema, no ano de 2016, foi realizado o “Concurso Caderno de Receitas Regionais dos Avós” entre as escolas municipais do Estado do Rio de Janeiro, visando a estimular a participação das crianças e dos seus avós, bem como selecionar receitas familiares e regionais, com o apoio da Rede Estadual de Alimentação Escolar (REANE).
Buscamos construir o caderno visando a resgatar a cultura alimentar e valorizar o consumo dos alimentos produzidos onde moram os educandos.
Contamos com o envolvimento de escolas das nove Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e com a participação valiosa das famílias dos escolares, especialmente dos avós e seus registros culinários, que formam um importante acervo de nossa cultura alimentar. Cada receita foi apresentada pelos alunos juntamente com a sua história na família, por desenhos, textos ou fotos, que aparecem com as receitas. O formato “caderno” nos remete às antigas cadernetas onde nossos avós colecionavam suas receitas!
Broa de Fubá
Ingredientes:
2 ovos
4 cascas de banana
2 xícaras de chá de leite
2 colheres de sopa de manteiga
3 xicaras de chá de açúcar
3 xícaras de chá de fubá
1 colher de sopa de fermento químico
Modo de preparo: bata os ovos e a manteiga com duas xícaras de açúcar, na batedeira. Junte os outros ingredientes e vá acrescentando o leite aos poucos, até ficar uma massa homogênea. Leve ao forno quente por 30 minutos.
A região compreende as cidades de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Carapebus, Macaé, Quissamã, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. Nestas cidades, a agricultura se destaca pela produção de cana-de-açúcar (Campos) e também de feijão, abacaxi, coco, laranja, milho, limão, maracujá, acerola, manga, café, uva, tangerina, goiaba e banana, alface, couve, abóbora, tomate, aipim, entre outros. (Fonte: EMATER/2015)
As receitas selecionadas no concurso, foram três: “Peixe com Ervas Finas” e “Caldo de Banana Verde com Carne-seca” de alunos da Escola Municipal Aterrado do Imburo, em Macaé, valorizando o uso do pescado, alimento disponível na localidade, e a banana, fruta muito consumida em nosso país; “Broa de Fubá” da Escola Municipal Professora Tânia Regina, em Quissamã, utiliza o milho, sempre presente na alimentação regional.
Ingredientes:
1 kg de banana d’água verde
½ kg de carne-seca
Alho a gosto
Importante: A carne seca é um alimento salgado e, portanto, rico em sódio, que pode colaborar para o aumento da pressão arterial.
Colocar de molho e aferventar ajuda a reduzir o sal. Além disso, recomendamos que retirem as gorduras aparentes.
Modo de preparo: em uma panela, doure o alho. Após, adicione as bananas cortadas em rodelas. Deixe cozinhar bem. Corte a carne-seca bem fina, junte com a banana e deixe ferver. Sirva com arroz branco..
Rosquinha de Pinga é uma excelente receita para o lanche da tarde e até
mesmo para o café da manhã! Quando éramos crianças, mamãe de vez em quando
fazia essa rosquinha doce tão deliciosa! Era uma verdadeira festa! Você vai
apreciar muito esta receita de Rosquinha de Pinga! Vale a pena fazê-la!
Você já ouviu falar de ROSQUINHA DE PINGA? E para quem quer saber se
fica ou não com gosto de pinga, só fica com o gosto quando vc come ele ainda
quente, logo após que passa na pinga e no açúcar, depois não fica com gosto não
INGREDIENTES
Farinha de trigo 3 xícaras e 1/2 (420g)
Ovo 1 unidade
Pinga 1/3 de xícara (80 mL)
Água 1/3 de xícara (80 mL)
Óleo 1/3 de xícara (80 mL)
Açúcar 1/3 de xícara (60g)
Fermento químico 1/2 colher de chá (2,5g)
Para banhar as rosquinhas:
Pinga 1/3 de xícara (80 mL)
Água 2 colheres de sopa (30 mL)
Modo de Preparo:
Junte a farinha de trigo com o açúcar dentro de uma tigela e misture.
Em seguida adicione a pinga, a banha (em temperatura ambiente) e o fermento em pó.
Vá misturando com as mãos e amassando a massa até que fique bem homogênea.
DICA: Essa não é aquela massa fica igual massa de pão. A massa da rosquinha de pinga fica um pouquinho quebradiça.
Pegue um pedacinho de massa na mão e trabalhe apertando com os dedos, assim fica mais fácil de modelar.
Em seguida enrole formando um cordão e una as duas pontas para formar uma rosquinha.
Faça isso com toda a massa.
Disponha as rosquinhas numa assadeira (não precisa untar) e leve para assar em forno preaquecido, 180ºC, por cerca de 30 minutinhos.
O biscoito de polvilho frito é uma opção de lanche muito simples de ser feita, mas que traz medo a muitos cozinheiros. Isso porque essa iguaria, quando encontra com o óleo quente, pode se tornar um show de terror, espalhando e estourando gordura para todo o lado.
Por isso, para saber preparar corretamente e evitar que isso aconteça e você acabe se queimando, o ideal é sempre prestar muita atenção nas dicas dadas nas receitas, elas vão te ajudar a fazer um aperitivo gostoso e em segurança.
A receita do biscoito de polvilho frito é básica, não tem muita variação, tudo vai depender dos ingredientes que você possui em casa para poder fazer essa delícia. Veja abaixo como preparar esse biscoito maravilhoso!
A rosquinha de cocoé um clássico da culinária brasileira, podendo ser encontrada tanto na versão de padaria (tipo pão doce fofinho) quanto na versão de biscoito seco (industrializado ou caseiro).
Rosquinha de côco com café Amassar todos os ingredientes Fazer rosquinhas, passar no coco ralado e levar em forno médio até corar. Esta e outras inúmeras receitas, então: Ingredientes: - 250 gr de açucar refinado - 700 gr de farinha de trigo - 50 gr de amido de milho - 150 gr de coco ralado - 3 ovos - 2 colheres de sopa de café solúvel - 250 gr de margarina - 25 gr fermento químico em pó - 50 ml de café forte sem açucar. Como fazer:
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Uma receita do interior de minas, o potencial Gastronômico, Turístico e Cultural da região do Circuito Turístico Veredas do Paraopeba, segue a. Receita preparada pela Mestra Ilda Rabelo: Biscoito Doce de Fubá e Farinha assado em forno a lenha, município de ITAGUARA - MG
Ingredientes - 1 kg de farinha de trido - meio kg de fubá - 2 copos de leite - 3 copos de açucar - 200 gr de margarina - meio copo de óleo - 2 copos de coalhada - 1 pitada de sal - 5 ovos COMO FAZER:
Ingredientes: 5 claras 5 colheres (sopa) de adoçante em pó para culinária 2 colheres (sopa) de margarina light calda 1 xícara (chá) de suco concentrado de acerola 1/2 xícara (chá) de adoçante em pó para culinária Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura baixa. Bata as claras na batedeira por 4 minutos, ou até obter picos firmes. Sem parar de bater, junte, aos poucos, o adoçante e continue a bater até obter um merengue brilhante e firme. Com a margarina, unte 4 fôrmas com furo no meio, com capacidade para 300 ml cada uma. Distribua o merengue, apertando delicadamente com o dorso de uma colher, para saírem as bolhas de ar. Leve ao forno por 17 minutos, ou até o pudim crescer e ficar levemente dourado. Retire do forno e desenforme o pudim ainda quente. Calda: misture numa panela o suco de acerola e o adoçante. Leve ao fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, até obter uma calda um pouco encorpada. Retire do fogo, espere a calda amornar e leve para gelar. No momento de servir, disponha os pudins em pratos e sirva com a calda de acerola.
Categoria: Sobremesas: Doces Esta receita: é light Cozinha: Brasileira Temperatura: Frio Dificuldade: Fácil Tempo de preparo: 20 min + o tempo de forno Rendimento: 4 unidades Calorias: 78 por unidade
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Acabei colocando o nome dessa delícia de Biscoitinhos Broa de Milho com pimenta, mas é conhecido como Cavaca.
Uma receita delícia, ótima para acompanhar uma xícara de café, muito bate papo com as comadres, enquanto os “compadis” acendem a fogueira e as crianças brincam de quadrilha de São João!!
A porteira aberta praticamente o dia todo e o cheirinho de quitanda no forno são convites irresistíveis para quem passa pela Rua Cunha do Quitão. É lá que Maria Dirce Nogueira e o marido, José Ramos, preparam deliciosas receitas que transportam os fregueses diretamente para a cozinha de suas mães e avós, ou para a de alguma fazenda da infância. O trabalho ali é duro: amassa daqui, enrola dali, tira um tabuleiro de lá, põe outro, e uma a uma das iguarias vão ficando prontas. O braço dói, a perna fica cansada, mas não há reclamação. Em vez disso há orgulho, estampado nos olhos do casal. “Graças aos biscoitos conseguimos estudar nossos cinco filhos”, conta Dirce. Filha de uma prendada biscoiteira, ela teve na infância os primeiros ensinamentos da arte da cozinha. O marido, ex-motorista de ônibus, acabou sendo influenciado na lida dos fogões, ofício em que descobriu grande prazer. Perguntado sobre a origem das receitas, ele dá seu parecer: “Isso é coisa antiga. Desde que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil que o povo faz biscoitos”.