Ingrediente
1 galinha caipira
3 cebolas média picada
2 copos de arroz
1 colher de chá de ervas finas
1 colher de sopa de tempero completo
1 colher de chá de colorau
500 ml de óleo de soja
1 de chá de pimenta-do-reino
1 pitada de pimenta calabresa
4 dentes de alho triturados
1 colher de sopa de caldo de carne em pó
sal a gosto
Salsa
Cebolinha
Modo de preparo
O Minas Frescal é um dos queijos mais populares do Brasil. Devido ao bom rendimento que proporciona na fabricação (6,0-6,5 l/Kg, em média), é comercializado a preços mais acessíveis a uma maior faixa da população. Com alto teor de umidade, o Minas Frescal, é um queijo bastante perecível e que tem durabilidade média de 10 dias, dependendo do processo de fabricação. Devido à adoção de diferentes métodos de fabricação tornou-se um queijo bastante irregular em termos de padrões de consistência, textura, sabor, durabilidade e rendimento.
Recentemente iniciou-se a fabricação do Minas Frescal através do processo de ultrafiltração, o que modifica consideravelmente as características do queijo e o distancia do modelo original, apesar de proporcionar um rendimento muito mais eficiente, devido à retenção de proteínas de soro e a obtenção de um queijo com teor mais alto de umidade.
Geralmente, apresenta coloração esbranquiçada, consistência mole, textura fechada e sabor variando de levemente ácido a suave. O peso varia de 0,5 a 3,o Kg, sendo comercializado geralmente com formas de menor peso.
Este queijo requer muita higiene em seu processamento, pois é muito perecível e de fácil contaminação, na qual sua enformagem requer um manuseio intenso.
A pasteurização melhora muito o queijo, evitando sabor ácido, amargo ou o queijo “inchado”, pois mata as bactérias que causam estes problemas. Aumenta assim o tempo de vida do produto e também dá mais segurança em seu consumo.
O licor de pequi é uma bebida natural de Minas Gerais. Ele é apreciado por uma grande parcela dos habitantes do estado.
Licor de Pequi
Ingredientes:
1 litro de álcool de cereais
6 pequis médios
1 litro de água
500 g de açúcar
1 ramo de samambaia para enfeitar
Modo de Fazer:
Deixe os pequis imersos no álcool, por um mês, em vidro bem fechado. Após esse período, faça uma calda bem grossa, de água com açúcar e misture com o álcool. Tire todas as folhas do ramo de samambaia, mergulhe na calda já fria e deixe secar sobre um pano. Coloque o galho açucarado dentro de uma garrafa e complete com o licor.
Chuvisco é um doce brasileiro, considerado típico da cidade de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. É feito à base de ovos, e pode ser servido em calda ou cristalizado. Indispensável em festas em geral na cidade, o chuvisco tornou-se parte da tradição e identidade dos campistas."
Chuvisco
Ingredientes:
12 gemas
1 kilo de açúcar
7-8 colheres de sopa de farinha de trigo peneirada
Modo de fazer:
Aqueça o açúcar em um tacho para formar uma calda. Antes que a calda engrosse, separe 1 1/2 xícara de calda e reserve em uma vasilha. Bata as gemas até ficarem esbranquiçadas. Acrescente a farinha de trigo peneirada. Bata bem até fazer uma massa. A massa deve ficar com a consistência de massa de bole mole. Acrescente um pouquinho mais de farinha para engrossar a massa, se necessário.
Quando a calda estiver no ponto, coloque um pouco de massa em uma colher de chá para formar os chuviscos em forma de gota que deverão ser cozidos na calda. Para evitar que a calda saia do ponto, acrescente água fervendo aos poucos. Retire os chuviscos com uma escumadeira e os coloque na vasilha com a calda que havia sido separada. Escorra os chuviscos para servir. Sirva-os, formando um cacho de uvas em um prato.
Em uma tigela, misture o açúcar e a maisena. Em outra, misture o leite e o leite de coco. Acrescente à mistura de maisena uma parte da mistura de leite, mexendo até obter uma pasta homogênea. Em outra panela, aqueça a mistura de leite restante e, quando estiver quente, adicione a mistura de maisena, mexendo sempre, para não empelotar. Em seguida, cozinhe em fogo brando até engrossar e ficar liso.
Remova do fogo e deixe esfriar. Junte, então, a manteiga (essa deverá ser retirada da geladeira uma hora antes) e bata bem. Coloque em uma forma de pudim e leve à geladeira por uma hora. Quando estiver pronta, desenforme sobre um prato, decorando o manjar com as ameixas em calda.
Olho-de-sogra é o nome de um dos doces mais populares em festas de aniversário no Brasil.
Olho-de-Sogra
Ingredientes:
200 g de ameixa preta sem caroço
1 copo de água
½ xícara de chá de açúcar
100 g de coco ralado
2 ovos inteiros
2 gemas
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 xícara de chá de açúcar
açúcar cristal para polvilhar
Modo de Fazer:
Coloque as ameixas em uma panela, acrescente um copo de água e meia xícara de açúcar. Leve ao fogo, mexendo sempre, até ferver. Em outra panela, misture o coco, os ovos peneirados, a farinha e uma xícara de açúcar. Leve ao fogo, mexendo sempre, até desgrudar do fundo da panela. Recheie as ameixas com o creme e polvilhe com açúcar cristal.
O pé de moleque é um doce típico da culinária brasileira, feito a partir da mistura de amendoim torrado com rapadura.
A fabricação tradicional do doce se dá através da mistura de amendoins torrados e moídos que são posteriormente misturados a uma rapadura previamente derretida, com o cuidado de quebrar a garapa, que tem a dureza do açúcar cristalizado, dai o nome antigo de "quebra queixo" ou "quebra dentes", quando era fabricado artesanalmente, por vendedores ambulantes. A mistura é lentamente batida em fogo brando até atingir o ponto prévio à quebra da chamada cristalização e rapidamente a mistura deve ser distribuída sobre uma superfície lisa e fria de pedra. A utilização de um tacho de cobre é desejável. Depois de resfriado o doce adquire a consistência macia que é característica do processo tradicional por incorporar o óleo do próprio amendoim macerado. Alguns grãos inteiros podem ser acrescentados à mistura, com o fim de quebrar a resistência do cristal, que costuma ficar muito duro, próximo da dureza da pedra de açúcar de cana, muito duro.
Tal processo artesanal foi posteriormente substituído por outros similares, mais simples, ao se misturar o açúcar derretido com os amendoins torrados de modo a obter um pé de moleque bastante crocante e não - rígido (igualmente popular, o rígido é o "quebra queixo ou quebra dentes"). Assim se pôde manufaturar o doce em maior escala mantendo um padrão industrial, e a satisfação do consumidor.
Pé-de-Moleque
Ingredientes:
4 xícaras de açúcar mascavo
2 xícaras de amendoim cru com casca
1 colher de sopa, bem cheia, de achocolatado
1 colherzinha de bicarbonato de sódio
Modo de Fazer:
Coloque o açúcar mascavo, o amendoim e o achocolatado em uma panela e, sempre mexendo, deixe o açúcar derreter, cuidando para que não queime.
Retire a panela do fogo, adicione o bicarbonato, mexendo energicamente com a colher de pau. Despeje sobre o mármore, previamente untado, e deixe esfriar. Parta os doces com as mãos.
Mungunzá ou Munguzá é uma iguaria doce feita de grãos de milho-branco levemente triturados, cozidos em um caldo contendo leite de coco ou de vaca, açúcar, canela em pó ou casca, cravo-da-índia. O prato faz parte da culinária nordestina, onde é apreciado durante todo o ano, diferentemente de outras iguarias de milho, que são geralmente feitas no período junino.
O munguzá é também comumente feito em várias partes do país, tendo denominações e preparos diferentes, inclusive duas versões salgadas: com milho e outra com milho e feijão encontradas no sul do Ceará, oeste dos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco, o qual leva ingredientes semelhantes aos da feijoada. Assemelha-se ao prato tradicional cabo-verdiano Cachupa.
No Sudeste do Brasil o mesmo prato é denominado canjica. Nos estados da sub-região do Meio-Norte (Maranhão e Piauí), o prato é conhecido como "Chá de burro". Já nas religiões afro-brasileiras, um prato semelhante, mas sem tempero nem sal, recebe a denominação de mukunza ou, mais comumente, ebô, uma comida ritual na cultura Jeje-Nagô.
Etimologicamente, a palavra é de origem africana e provém do kimbundo mu’kunza, que em português se traduz por «milho cozido»
Mungunzá (Canjica)
Ingredientes:
½ kg de milho branco (milho para canjica)
1 litro de leite
100 g de coco ralado
2 xícaras de chá de açúcar
1 pitada de sal
canela em pó a gosto
Modo de Fazer:
De véspera, escolha o milho, lave-o e deixe-o de molho. Cozinhe o milho em 1 litro de água, até ele ficar macio. Em outra panela, coloque o milho e os demais ingredientes, exceto a canela. Leve ao fogo e cozinhe, mexendo sempre, até levantar fervura e ficar cremoso. Polvilhe com canela e sirva. Pode ser servido quente, morno ou frio.
As castanhas ganharam espaço cativo nos cardápios em que saúde é pauta. Fonte importante de proteína, rica em vitaminas, minerais e outros nutrientes, a Castanha de Baru é uma deliciosa forma de incorporar o hábito de se alimentar bem.
Doce de Leite com Castanha de Baru
Ingredientes:
800 g de castanhas de baru torradas, sem pele
e moídas (tirar a pele com água fervente)
2 litros de leite
1 kg açúcar
Modo de Fazer:
Passar as castanhas na máquina de moer carne. Levar ao fogo o leite com o açúcar, fazendo um doce, ponto de cortar. Quando o doce de leite estiver no ponto de corte, juntar as castanhas de baru torradas, sem pele e moídas. Retirar do fogo, bater um pouco, despejar em pedra ou mesa untada e fazer tabletes ou bolinhas.